A ação decorre na Foz do Douro em 1862. É uma paródia à literatura em voga na época e manifesta-se na sátira de costumes. A personagem do Morgado, provinciano que ascende em relação à capital, põe em evidencia os vários estratos sociais. Permite estabelecer pontes entre o quotidiano do seculo XIX e o atual quotidiano. Tem como enredo principal o casamento por conveniência ornamentado por costumes que, embora a distância temporal, não nos causam estranhamento.